terça-feira, 26 de julho de 2011

2# Estes comentários dão-me medo, muito medo.

"Este senhor tem uma certa razão...o que é que aquela esquerdalhada estadista estava toda a fazer em um acampamento politico semi-secreto? Talvez a Elite esteja a preparar os opressores do futuro? E quando se tem grupos facistas-disfarçados-de-boas-intenções como Coligação pelo Fim da Violência das Armas a chorar tanto é sinal de alerta."


feito por um doido qualquer que se identifica apenas como Pedro no DN, a propósito das declarações nojentas do Glenn Beck àcerca do massacre de Oslo e Utoya.

Ele esta sempre à espreita

Nunca é demais lembrar que ele esta sempre à espreita, e que...

... apesar de ser muito simpático, e agradável, de nos trazer bons benefícios, (como a ajuda na produção e absorção da vitamina D, responsável pela formação do cálcio, ajuda na redução da melatonina a hormona do sono, e  também estimula a produção de glóbulos brancos),  este amigo, quando bebido em excesso pode provocar, na melhor das hipóteses, o envelhecimento precoce da pele causando rugas e manchas, o que por si só já não é bom mas que não nos causa maiores transtornos físicos, no entanto e com muita frequência, a exposição solar exagerada sem protector solar e em especial no período das 11h00 às 16h00 pode causar melanoma, uma doença silenciosa e fatal.

Já não se trata de passar apenas o protector solar com elevado factor nas partes expostas do corpo, mesmo que não se vá à praia, trata-se de andar com óculos de sol, com chapéu, e evitar ao máximo a exposição solar  entre as 11h00 e as 16h00.

Os raios ultra-violetas em Portugal, estão com um índice de incidência elevadíssimo, e são muitíssimo prejudiciais à saúde, não arrisquem o bronze não vale assim tanto a pena.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Atentados em Oslo e na ilha norueguesa de Utoya

Pergunto-me como pode alguém ser tão pervertido e mau? Como é possível alguém ter um pensamento tão distorcido e abominável.
Os últimos acontecimentos, deixaram-me chocada e preocupada com o mundo, com as pessoas. Sempre que ouvimos estes relatos ficamos sem esperança na humanidade.


Mas depois da tempestade vem a bonança e nomes como os de Marcel Gleffe fazem-nos sorrir, sem medos e com de altruísmo profundo, este homem, ajudou a salvar 20 jovens, não pensou na sua vida, no que lhe podia acontecer e apesar dos tiros, com a sua embarcação alugada, procurou por todos os que precisavam de uma mão.

domingo, 24 de julho de 2011

Fome, violência e miséria...

A fome, a violência e a miséria dos milhões de pessoas que vivem na Somália é noticiada no Expresso desde quinta-feira, seria de esperar que chocasse o mundo, que pusesse muitos, a maioria de rastos, com dor verdadeira, magoa, tristeza e pesar por todos os que sofrem aquele horror

Mas não nos blogs que li foram raros os posts sobre os que sofrem diariamente por causa de acções de outros, pessoas sem escolas, nem hipóteses de viverem de forma diferente, os autores preferiram falar sofre a morte da Amy Winehouse, ela que morreu apenas em consequência das suas acções, uma mulher que tinha muitíssimas outras opções na vida e que quem sabe poderia como tantos ajudar no combate à indiferença de todos estes.



sexta-feira, 22 de julho de 2011

À espera de uma oportunidade.

Acabei de saber que uma do meu escritório vai deixar a empresa, fico muito feliz por ela, que tal como eu, também já não se sentia bem a trabalhar aqui, tem a família e o amor longe e é também por eles que quer e vai mudar.
 
Quando se muda porque se quer, depreende-se que a mudança é para melhor, senão ninguém trocaria, como se costuma dizer, "para mal estou bem assim", por isso sei que a R. vai melhor em tudo a sua vida, não só a vai estabilizar mais, como também vai aumentar o seu rendimento mensal.

Sinto que também está na minha hora de trocar este patrão por outro, tenho feito por isso, vou frequentemente ao médico (se é que me percebem), mas os projectos bons que me apresentam têm cem cães a um osso, e normalmente são preenchidos por pessoas com mais experiência, o que acaba por se desmotivante, por toda a minha história profissional, provavelmente outros já teriam batido com a porta há muito tempo, mas eu continuo aqui, à espera de uma oportunidade.
 
 

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Sem chanatos nem calções!!!

Finalmente alguém tomou as rédeas de alguma coisa, no que respeita à forma de vestir dos estudantes em Portugal.

Vivemos numa sociedade em que as pessoas se apresentam em todos os locais da mesma maneira independentemente das diferenças que os mesmos possam ter.

Ou seja se vão à praia, vão de chanatos e calções, mas se vão à escola vão também de chanatos e calções, o que não está adequados a um local de estudo e trabalho.

Andar de barrigas ao léu e maminhas saidas, camisas abertas até ao umbigo e bonés na cabeça dentro das salas de aula, é de todo despropositado e com imensa falta de senso.

Confesso que a mim, até me choca ver pessoas de "havaianas" no meio da rua, para além de não ser higiénico porque deixam os pés pretos, andar na rua de "havaianas" é uma grande parolice, existem locais para tudo.

E se fazem o favor, não apontem que é hipócrita ou falso moralismo, ou até com normativismo fascista como indicam os autores dos comentários à noticia do expresso, porque a questão aqui não é porque a Universidade Católica é uma instituição da Igreja, mas porque é uma escola, e só por isso é quanto baste para que os alunos, professores e funcionários de apresentem de forma conveniente ao local que frequentam.

terça-feira, 19 de julho de 2011

As aranhas no Paquistão

Os entendidos dizem, que as aranhas subiram às árvores aos milhares para escaparem das inundações que deixaram um quinto do Pasquistão submerso.

A força de viver e a natureza são tão criativas, tão cheias de vida, que o resultado é este emaranhado de teias nas copas, um espectáculo da vida!!!

4 Anos

Este blog esta em acção há já quatro aninhos!!!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Eu já tenho a minha!!!

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Moddy’s? No Thanks! Fashion girls Anti-Junk – Numa Lanidor, perto de si

Quem disse que os bois não sabiam nadar, ye?

 
"Bous a la Mar" - Denia, Espanha

Se fosse com o meu filho, estavam bem arranjados.

Tirar a gravata para poupar na luz.


Esta senhora, baniu o uso da gravata, no Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território.

O objectivo é "minimizar o impacto ambiental associado ao consumo de energia elétrica na Administração Pública, tendo em conta as medidas de contenção de despesas", parece-me lindamente que a eficiência energética seja uma prioridade da Administração Publica e que a redução da pegada ecológica é um projecto muito interessante, até aqui fantástico, agora só tenho dúvidas, se o não usar gravata ajudará ao caso.


quinta-feira, 14 de julho de 2011

"Prova de Vida"

Prova de vida

por VASCO GRAÇA MOURAOntem22 comentários

"Terminal", dizia-me alguém há cerca de dois meses, "- Ela está em estado terminal". Vi-a chegar com o marido a esse almoço de amigos, em que participou discreta e aparentemente bem disposta, na sóbria gravidade da sua postura algo emaciada, conversando sem aludir à doença, nem à inquietação ou ao sofrimento por que passava. Era assim que aliava estoicismo e bom gosto. Tinha uma maneira directa e inteligente de abordar as questões, encarando as coisas de frente, dizendo o que pensava, apresentando os seus argumentos com total clareza. Era uma mulher sem ambiguidades nem falhas de coragem e todos os que a leram regularmente nesta página podem testemunhá-lo.
A sua vida familiar, a sua carreira profissional, o seu percurso político, as qualidades de que deu provas, a sua energia, a sua capacidade de análise e de decisão, os êxitos do seu trajecto, as suas posições no tocante à sociedade e ao mundo, tudo isso já veio referido em comentários dos mais diversos quadrantes.
A sua autobiografia sumária, num texto concluído e aqui publicado, no DN, no próprio dia da sua morte, é um dos documentos humanos mais belos e pungentes que me tem sido dado ler nos últimos tempos. Pensando bem, creio mesmo nunca ter lido nada assim: alguém escreve na primeira pessoa do singular na iminência da sua própria morte, quase em tempo real, com uma autenticidade, uma serenidade e uma coragem excepcionais e desarmantes!
É com alguma melancolia que me ponho a pensar nessa relação, afinal transparente, entre saber viver e saber morrer. Como quase toda a gente da minha geração em Portugal, eu tive uma educação católica, embora não seja crente desde a adolescência. Não sinto necessidades de nenhuma espécie de incursão na esfera do transcendente, limitando-me a integrar-me nos chamados valores da civilização cristã e a fruir o que deles possa ecoar nas grandes criações do espírito humano, em especial na literatura e nas artes.
Apesar desse laicismo, impressionou-me profundamente a maneira como ela transfigurou a sua educação católica numa experiência pessoal e muito intensa de intimidade com o sagrado e esta em código de conduta moral e norma de actuação prática na vida de todos os dias. Fiquei com a ideia de que a crença cristã foi por ela interiorizada de tal maneira que tornou cada acto da sua vida numa profissão de fé e num exercício de alegria íntima. Isto é muito raro num país em que a tradição religiosa dominante, a católica, se fica as mais das vezes por rituais esvaziados de sentido e pelo mero papaguear do que se aprendeu na catequese.

I miss you crazy I love you baby!!!

A frase têm direitos de autor, mas hoje apetece-me dizer-te assim mesmo:

I miss you crazy I love you baby!!!

2# Quando for grande, também quero

Poder comprar um chapéu aqui



Emma Watson na Capa da Vogue

Eu já havia notado, que esta menina ia fazer sucesso.
A sua transformação ao longo dos anos é notável, está uma mulher irresistível.


quarta-feira, 13 de julho de 2011

Ainda as Clucht e as Pochettes!!!

Lembram-se deste post, sobre as clucht versus as pochettes? Pois andei a matutar na coisa, alguns dias e não me deu por vencida, na na ni na não que eu sou demasiado persistente para viver em dúvidas sem importância de maior.
 
 
 
Descobri então, que existe um termo em inglês, "clucht bag" que quer dizer, carteira sem alsas que uma mulher leva na mão, efectivamente pode, assim dizer-se que uma clucht bag é uma pochette.
 
O sumo desta conversa toda, não à muito de facto, contudo pode dizer-se que o termo em vogue, usado em Portugal não está de todo errado, mas para ser correctíssimo deveria ser seguido da palavrinha bag.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Era só dividir por dois!!!

Foram precisos quatro anos, sim quatro anos, para que duas pessoas, Cristina Simões e Luís Ribeiro, que em tempos namoraram se entendessem sobre a divisão do prémio do Euromilhões, no montante de 15 milhões de euros, que ganharam há quatro anos, sim quatro anos.

Enfim, perderam tempo, gastaram dinheiro em advogados e tribunais, para que outros determinassem que deveriam dividir o prémio a meias.

É mais que óbvio para qualquer espectador deste triste episódio, que a solução apenas poderia ser essa, se jogaram juntos em partes iguais, o prémio teria de ser dividido em partes iguais também.

Mas o vil dinheiro, a esperteza saloia, falaram mais alto, quem sabe até mal aconselhada por interesses terceiros, ou não, talvez fosse apenas despeito, quem saberá? O certo é que Cristina, entendeu que o prémio deveria ser apenas seu, criou esta "guerra", perdeu quatro anos da sua vida, num conflito absurdo e no fim as contas eram tão simples, só dividir por dois.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

sexta-feira, 8 de julho de 2011

O último texto de Maria José Nogueira Pinto

Um texto brutal a que ninguém fica indiferente, uma valente lição de vida!!!


Nada me faltará

por MARIA JOSÉ NOGUEIRA PINTO
7 de Julho 2011*

Acho que descobri a política - como amor da cidade e do seu bem - em casa. Nasci numa família com convicções políticas, com sentido do amor e do serviço de Deus e da Pátria. O meu Avô, Eduardo Pinto da Cunha, adolescente, foi combatente monárquico e depois emigrado, com a família, por causa disso. O meu Pai, Luís, era um patriota que adorava a África portuguesa e aí passava as férias a visitar os filiados do LAG. A minha Mãe, Maria José, lia-nos a mim e às minhas irmãs a Mensagem de Pessoa, quando eu tinha sete anos. A minha Tia e madrinha, a Tia Mimi, quando a guerra de África começou, ofereceu-se para acompanhar pelos sítios mais recônditos de Angola, em teco-tecos, os jornalistas estrangeiros. Aprendi, desde cedo, o dever de não ignorar o que via, ouvia e lia.

Aos dezassete anos, no primeiro ano da Faculdade, furei uma greve associativa. Fi-lo mais por rebeldia contra uma ordem imposta arbitrariamente (mesmo que alternativa) que por qualquer outra coisa. Foi por isso que conheci o Jaime e mudámos as nossas vidas, ficando sempre juntos. Fizemos desde então uma família, com os nossos filhos - o Eduardo, a Catarina, a Teresinha - e com os filhos deles. Há quase quarenta anos.

Procurei, procurámos, sempre viver de acordo com os princípios que tinham a ver com valores ditos tradicionais - Deus e a Pátria -, mas também com a justiça e com a solidariedade em que sempre acreditei e acredito. Tenho tentado deles dar testemunho na vida política e no serviço público. Sem transigências, sem abdicações, sem meter no bolso ideias e convicções.

Convicções que partem de uma fé profunda no amor de Cristo, que sempre nos diz - como repetiu João Paulo II - "não tenhais medo". Graças a Deus nunca tive medo. Nem das fugas, nem dos exílios, nem da perseguição, nem da incerteza. Nem da vida, nem na morte. Suportei as rodas baixas da fortuna, partilhei a humilhação da diáspora dos portugueses de África, conheci o exílio no Brasil e em Espanha. Aprendi a levar a pátria na sola dos sapatos.

Como no salmo, o Senhor foi sempre o meu pastor e por isso nada me faltou -mesmo quando faltava tudo.
Regressada a Portugal, concluí o meu curso e iniciei uma actividade profissional em que procurei sempre servir o Estado e a comunidade com lealdade e com coerência.

Gostei de trabalhar no serviço público, quer em funções de aconselhamento ou assessoria quer como responsável de grandes organizações. Procurei fazer o melhor pelas instituições e pelos que nelas trabalhavam, cuidando dos que por elas eram assistidos. Nunca critérios do sectarismo político moveram ou influenciaram os meus juízos na escolha de colaboradores ou na sua avaliação.

Combatendo ideias e políticas que considerei erradas ou nocivas para o bem comum, sempre respeitei, como pessoas, os seus defensores por convicção, os meus adversários.

A política activa, partidária, também foi importante para mim. Vivi--a com racionalidade, mas também com emoção e até com paixão. Tentei subordiná-la a valores e crenças superiores. E seguir regras éticas também nos meios. Fui deputada, líder parlamentar e vereadora por Lisboa pelo CDS-PP, e depois eleita por duas vezes deputada independente nas listas do PSD.

Também aqui servi o melhor que soube e pude. Bati- -me por causas cívicas, umas vitoriosas, outras derrotadas, desde a defesa da unidade do país contra regionalismos centrífugos, até à defesa da vida e dos mais fracos entre os fracos. Foi em nome deles e das causas em que acredito que, além do combate político directo na representação popular, intervim com regularidade na televisão, rádio, jornais, como aqui no DN.
Nas fraquezas e limites da condição humana, tentei travar esse bom combate de que fala o apóstolo Paulo. E guardei a Fé.

Tem sido bom viver estes tempos felizes e difíceis, porque uma vida boa não é uma boa vida. Estou agora num combate mais pessoal, contra um inimigo subtil, silencioso, traiçoeiro. Neste combate conto com a ciência dos homens e com a graça de Deus, Pai de nós todos, para não ter medo. E também com a família e com os amigos. Esperando o pior, mas confiando no melhor.

Seja qual for o desfecho, como o Senhor é meu pastor, nada me faltará.

*Este texto foi enviado um dia antes da sua morte ao DN, jornal onde habitualmente escrevia artigos de opinião.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Maria José Nogueira Pinto

Todos são unânimes em dizer que era uma mulher extraordinária, defensora das suas convicções, combatente das hipocrisias e das falsidades, corajosa e determinada.
Todos são unânimes em enaltecer o seu sentido de dever e comprometimento com o trabalho, com as causas em que acreditava.

A vida politica Portuguesa ficou mais pobre, perdeu-se uma mulher com uma extrema sensibilidade apesar do seu ar frio e altivo, uma mulher dedicada aos outros e preocupada com viver com Deus.

A sua educação tornou-a numa pessoa sem medos, de dizer o que era preciso, na altura exacta, uma mulher que explorava ao máximo os seus limites, envolvendo-se totalmente nas suas prioridades, sem cedências a interesses ou lobbys, custasse o que custasse a sua rectidão era o principal.

A doença não abalou mais do que fisicamente, e mesmo assim, insistiu em manter-se no activo, em participar em debates, programas televisivos, e trabalhos parlamentares.

A luta foi perdida, mas a sua memória permanecerá colada a uma história cheia de momentos interessantes e motivadores.

A vida Portuguesa ficou toda ela mais pobre, perdeu-se uma verdadeira política, uma mulher excepcional. 

Eu devia falar aqui da Moody's...

Mas estar abaixo de lixo retira-me qualquer vontade, e só me apetece barafustar por estarem a fazer de Portugal mais um bode expiatório para criar instabilidade no euro.
Metam-se com países maiores que conseguem defender-se, nós somos canininhos e não tarda muito, nem com o Zé Sócrates fora de Portugal, nos conseguiremos endireitar.
Estas posições da Moody's são absolutamente despropositadas, com tantas medidas a serem tomadas em Portugal neste momento, só provam que mais uma vez as agências de rating americanas estão concertadas para partirem o euro e a Europa.
Tenham vergonha!!!

A primeira incongruência do novo governo

Um dos novos secretários de estado, num passado bem recente, chamou "alforreca" e "caciqueiro" ao actual Primeiríssimo.
Haja paciência para tantas tricas e diz-que-disse!!!

Clucht versus Pochette

Para mim, a palavra Clutch quer dizer embraiagem, uma palavra inglesa, para a qual a nossa língua apresenta uma tradução clara.
No entanto ao que tudo indica para o resto de Portugal, e alguns blogs, uma clutch é o que habitualmente chamo de Pochette, termo que deriva do francês e que pode ser traduzido como carteira, no entanto em Portugal a palavra carteira é utilizada pela maioria das pessoas, ao que vulgarmente se diz de malas de mão, e carteira usada para o porta-moedas, dai ter-se adoptado o termos francês de pochette para o associar a uma carteira mais chique, sem alças e que as mulheres carregam na mão ou debaixo do braço.
Andará tudo doido, ou serei eu uma ignorante em moda e línguas estrangeiras?

Corro o risco que me tornar uma pirosa,

... mas não quero deixar de dizer,
 que cada vez gosto mais deste casal, e em especial desta menina.

Kate and William atraem atenções por onde quer que passem, com a sua simpatia e simplicidade.









terça-feira, 5 de julho de 2011

Eight Below

O niquinho ainda chama pelo Papá, mas já está mais para lá do que para cá, já ligamos o DVD e estamos preparados para ver Paul Walker, em Eight Below.
O filme é de 2006, e pelo trailler apresentado no you tube parece ser levezinho para dias de semana.


Vamos mas é ver, que à 5 minutos que o niquinho não chama Papá

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Transformers 3

O Sushi foi óptimo, bom à séria mesmo, mas o que se seguiu também foi muito divertido.


Para o tipo de filme, Transformers 3 não desiludiu no humor, nem na acção, não se tornou um filme pesado, e o Shia LaBeouf encarnou lindamente na personagem, emocionante e com garra, o "miúdo" tomou as rédeas e tornou o filme em algo que vale a pena ver.



Confesso que quando o filme chegou ao fim, perguntei "então já acabou", esperava um desfecho mais épico talvez, o mais-que-tudo substituiria o épico pelo lamechas, não nego que sou uma incontornável romântica e que não me envergonho quando me cai uma gotinha de água dos olhos.

Não foi o caso, Transformers 3 não chega a tanto, mas enfim, eu ficava mais contente com um final diferente.

Sábado fomos sushizar,

e encontramos uma bela surpresa aqui, no TSUKI!

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o chefe faz coisas deliciosas, os temperos são convidativos, criativos e muito saborosos,

para quem gosta de sushi de fusão, recomendo os Crunchy, são muito, muito bons, 

se preferem um sushi mais tradicional, provem os Gyoza e vão delirar.

Não posso deixar de agradecer à Gisela, uma das donas, pelo acolhimento e simpatia.

Certamente uma experiência a repetir brevemente.

domingo, 3 de julho de 2011

Não precisa de nenhum Housekeeper-dresser, não senhora!!!

Era na verdade, tal como a própria referiu, um desperdício de dinheiro.


A menina sabe vestir-se.

Temos Princesa!!!

Na sua primeira visita oficial como Princesa,
 Kate brilhou tanto,
 que chegou a brilhar mais que o marido,
e conquistou o Canada.


Abraçou as multidões com simplicidade e elegância.
Temos Princesa!!!

E sim a Rita Pereira deu achaques de vedetismo no velório do Angélico

Parece que houve por ai uns quantos leitores que não gostaram do meu último post sobre o comportamento da Rita Pereira no velório do ex-namorado.

Pois temos pena, caríssimos Portugal ainda não foi integrado na China e este blog é meu, por isso e para ficar totalmente esclarecido, a Rita Pereira deu sim achaques de vedetismo, e preocupou-se muito com o que os fotógrafos e as câmaras no funeral do ex-namorado.

Se as dúvidas expostas pelos leitores anónimos com comentários ofensivos, persistirem, por favor, não se dêem ao trabalho de os refazer, a autora agradece.
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