segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Aos 50 anos "o sexo" já não tem importância?

Esta notícia está em todos os jornais, e é absolutamente escandalosa. Uma mulher fica marcada para o resto da vida, por um erro médico, mas esse erro é desvaloziado por um juíz qualquer, porque afinal a vítima tem 50 anos, e como uma das sequelas com que ficou, foi a impossibilidade de manter relações sexuais, esse erro já não é tão gravoso assim.
Ninguém pensa que um médico erra propositadamente, todos os profissionais erram, mas naturalmente por trabalhar com vidas humanas, as consequências dos erros médicos são maiores. Este caso nem devia ter ido à tribunal, o hospital devia automaticamente assumir o erro médico e indemnizar a vítima.
Se um homem com 50 anos fosse operado aos genitais e por erro médico se tornasse impotente, e travasse uma batalha na justiça julgada por este juíz, será que a mesma seria reduzida, devido à idade do Sr.? 
Apesar de por todos os meios de comunicação se apregoar "modernidade" de valores, esses pregões são hipócritas e mentirosos, os valores justos não evoluíram, não só pelo machismo deste acórdão como também pela pouca transparência deste juiz.





terça-feira, 7 de outubro de 2014

O tempo não espera!!! E passa a correr...

A vida tem um triste defeito, não conserva por mais nem um segundo, os momentos felizes, a contentação é que também não prolonga os momentos tristes. Os momentos prolongam-se por si só, mas recordações, e se os maus momentos, doem cá dentro por muitos anos, talvez para sempre, os bons e felizes enchem-nos o coração e irradiam alegria e satisfação.

A vida por vezes insisti em empurrar-nos para caminhos, que não percebemos, e nós deixando-nos levar, acabamos por concordar, que afinal ela até faz algumas coisas bem feitas.
Desde 2011, que os meus blogs tem andado parados, tornaram-se enfadonhos aos leitores que por aqui costumavam passar, e quase esquecidos para mim.

Durante quase três anos andei a apanhar a pouca vontade de escrever, e a arruma-la direitinho numa gaveta, depois guardava a chave numa caixinha, e atirava-a essa caixinha para o fundo do roupeiro. De vez enquanto durante arrumações encontrava a caixinha onde guardava a chave da gaveta onde tinha guardado a pouca vontade de escrever, normalmente encontrava a pouca vontade de escrever nos momentos felizes e tentava prolonga-los nas recordações. Depois vinha a rotina, a falta de tempo, a correria do dia a dia, e a chave da gaveta voltava a perder-se!

No dia 20 de Setembro às 14h14, concretizou-se mais um grande momento na minha vida, um momento muito feliz, e naturalmente a vontade de o perpetuar, é mais que muita, como o tempo não espera, e passa a correr, venho aqui 18 dias depois, renovar os votos com os blogs e com a escrita, com a vontade de ser melodramática, voraz, reguila, malandra, travessa, nada submissa, controversa, contestatária. Ser assim, ser quem sou, ser feliz!!!
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