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Mensagens

A mostrar mensagens de Julho, 2007

24h, 7 dias, 52 semanas, 12 meses, por ano

Está cada vez mais difícil o nosso mercado de trabalho. Difícil é arranjar um trabalho, difícil é mantê-lo, difícil é não nos deixarmos explorar nas circunstâncias que começam por ser esporádicas e com o tempo se tornam parte da rotina, difícil é marcar a posição de pessoas com vida pessoal e não só vida profissional, enfim é mantermo-nos coesos nas nossas prioridades pessoais, familiares e profissionais.
Obviamente que não sou obstinada ao ponto de não compreender que existem pessoas que valorizam mais a sua vida profissional que a pessoal, ou que se sentem realizados com o trabalho constante durante 24h, 7 dias, 52 semanas, 12 meses, por ano. Claramente que essas pessoas são livres de viverem com o trabalho no seu pensamento quando tomam o pequeno-almoço, quando tomam banho, ou fazem a barba, quando guiam no trânsito ou esperam o autocarro, quando almoçam, quando vão à casa de banho, quando voltam para casa, quando jantam, quando ligam o PC à noitinha e pensam: “hum já que liguei est…

E ele chegou...

Baú de Recordações.

No dia 3 de Julho de 2007, o António Barreto, escreveu o seguinte no Público:


"Sócrates irrita-se facilmente, não gosta de ser contrariado. É a tentativa visível e crescente de o Governo tomar conta, orientar e vigiar. Quer saber tudo sobre todos. Quer controlar.
Não. Não se trata do lançamento de mais uma OPA sobre empresa ou clube desportivo. É, simplesmente, a tentativa visível e crescente de o Governo tomar conta, orientar e vigiar. Quer saber tudo sobre todos. Quer controlar. Quando o Governo de Sócrates iniciou as suas funções, percebeu-se imediatamente que a afirmação da autoridade política era uma preocupação prioritária. Depois de anos de hesitação, de adiamentos e de muita demagogia, o novo primeiro-ministro parecia disposto a mudar os hábitos locais. Devo dizer que a intenção não era desagradável. Merecia consideração. A democracia portuguesa necessita de autoridade, sem a qual está condenada. Lentamente, o esforço foi ganhando contornos. Mas, gradualmente também, foi-s…

Nova Temporada!!!

Estreia dia 25 de Setembro a quarta série de Dr. House.

E esta hein?

Li no Blasfémias, uma coisa que me deixou intrigada. Então não é que a mulher do mandatário financeiro de António Costa vai investigar o caso de corrupção na Câmara de Lisboa.


Maria José Morgado vai liderar investigação à corrupção na Câmara de Lisboa

O que mudará?

A nova lei do aborto, entrou em vigor em todo o país no dia 15 de Julho com a excepção do arquipélago da Madeira, onde executivo do governo regional se recusou a aplica-la até que o Tribunal Constitucional se pronuncie sobre a conformidade do diploma.

Segundo o executivo em funções, o referendo não será vinculantório, uma vez que não teve a participação mínima exigida por lei.

Há oito anos atrás, o referendo também não teve o mínimo de votos exigidos para que fosse vinculativo, contudo, a maioria expressa não alteraria o sentido da lei.

Na entrevista de ontem à noite, o Primeiro-ministro atestou que a Madeira "vai ter que aplicar a lei, porque é uma lei da República e porque resulta da vontade popular". Não admitindo “outro cenário que não seja o de aplicar a lei também na Região Autónoma da Madeira".

Aguarda-se então a decisão do Tribunal Constitucional para o pedido de fiscalização sucessiva da constitucionalidade da lei do aborto.

Será que a Madeira, irá mesmo aplicar a n…

Está quase...

… a terceira temporada da série Prison Break, começa já em Setembro.
Mal posso esperar!

Vá-se lá perceber este Senhor!

Era acérrimo defensor do PSD, depois “rasgou” o seu cartão, voltando-se para os lados do Rato ora elogiando efusivamente o Primeiro-Ministro, ora apoiando o candidato do PS à Câmara de Lisboa.

Na sexta-feira veio defender a fusão do PSD com o CDS, num artigo de opinião do público, escrevendo que à semelhança do que já foi feito noutras situações se deveria “fundir esses dois partidos, também com movimentos, entidades e grupos de pessoas que tenham uma posição não-socialista”.

Parece que “ao ver o que aconteceu a Marques Mendes e a Paulo Portas” sentiu como raramente na sua vida “uma pulsão escatológica”

E perguntam vocês, o que é uma pulsão escatológica? Confesso que também tive de ir ao dicionário para perceber bem o que teria sentido o ilustre advogado da nossa praça, mas depois de ler e reler o significado de escatológica (relativo à escatologia) fiquei na mesma.

É que não consigo mesmo compreender, e olhem que fiz um esforço danado, como é que “um tratado sobre excrementos” ou a “part…

A Reportagem da SIC Noticias

Ainda não descobri como se colocam os vídeos nos posts. Já tenho comigo o código de HTML mas à qualquer coisa que não estou a fazer bem.
De qualquer maneira eu não me deixo vencer, por limitações tecnológicas quando julgo que algo é importante mostrar, assim, deixo o link para o post do blog 31 da Armada, onde está a reportagem da SIC Noticias que vos queria mostrar.
Prometo apreender rapidamente a colocar devidamente os vídeos nos posts. Até lá vejam este que vale apena!
ADENDA:Já consegui!!!

Acho lindo, estes pormenores irrelevantes.

Durante a apresentação do Plano Tecnológico para a Educação, a demonstração do funcionamento dos quadros interactivos, foi feita por crianças contratadas pelo governo, por intermédio da NBP (agência de castings), as crianças, segundo o Público deveram ter recebido certa de 30€ pela sua prestação naquela apresentação.

Independentemente desta contratação não ter qualquer irregularidade, parece-me totalmente contraproducente, que qualquer governo fomente o trabalho infantil, seja ele árduo ou não, afinal de contas a estas crianças foram retiradas horas de lazer, porque os Senhores Ministros presumiram que ninguém perceberia o funcionamento dos ditos quadros se estes não fossem demonstrados por crianças.

Estranho, são as declarações da Ministra da Educação que encara o trabalho infantil como “um pormenor muito pouco relevante”.

Mas mais extraordinário ainda é termos um Primeiro-Ministro que considera o método utilizado normal!

Será que tempo espera por nós?

Acabo de ler o DN, edição online, e pergunto-me se algum dia este país terá esperança?

Costumo dizer muitas vezes que o suporte deste país, são os Bombeiros, as Santas Casas da Misericórdia e os Avós.
Será que não seria mais proveitoso, o nosso governo criar condições laborais, que permitam aos pais cumprir sem medo de penalizações, o seu horário de trabalho?

Será que as crianças não cresceriam mais saudáveis se o tempo diário que passam com os seus pais fosse superior a duas horas e meia, pouco mais que a duração de um filme?

Seguramente que todas as famílias tem a mesma preocupação, o importante é o bem-estar dos filhos, poder proporcionar-lhes qualidade de vida, mas sobretudo dar-lhes muito amor. Mas que podem os pais fazer, se está completamente instituído na nossa sociedade o trabalhar até às 19h30, 20h00 da noite?

Será que é vida, as mães chegarem a casa às 20h00, depois de um dia de trabalho, dar banho aos seus filhos, fazer o jantar para eles, jantarem, e porem-nos na cama até às 9…

Será que...

é mais importante um quadro interactivo por cada três salas de aula, ou dez alunos por turma?

Este fim-de-semana doutorei-me!

No esfreganço!

É o país que temos,

Em Portugal uma mulher que faça uma interrupção voluntária da gravidez (IGV), note-se voluntária, tem direito a 30 dias de baixa com 100% do ordenado.
Contudo qualquer mulher grávida que precise de ficar de baixa, recebe apenas 65% do seu salário, caso o seu parto não seja de risco.

Extraordinário não é?

Mas as comparações não ficam por aqui, porque se uma mulher tiver um filho menor a quem tenha de dar assistência por motivo de doença e precise também de ficar de baixa continua a receber apenas 65% do seu ordenado.

Será que a nossa taxa de natalidade é assim tão elevada? É que tinha ideia que não!

Ás vezes, quem me dera ser gaivota...

... para ficar assim, a olhar o mar!

Rotulagem

Quando chego de novo a qualquer sítio, seja ele qual for, o mínimo que espero é sentir-me integrada.
Não que tenha de concordar com tudo o que se passa, mas simplesmente gosto de me sentir integrada. Gosto de sentir que me aceitam como sou, sem mais perguntas, que não procuram encontrar os meus muitos defeitos, nem tão pouco me preocupa demonstrar as minhas qualidades, ambos se revelarão com o tempo.
A sociedade, contudo teima em rumar por sentido contrário, temos de etiquetar as pessoas, distribui-las por categorias, distingui-las em função de estereótipos, de perfis; a mim o que mais me incomoda, é que hoje em dia não é só a estatística que teima em conjugar o verbo decompor.

Divagando

Considerações e Detalhes

Nos editoriais os textos expressam uma opinião, sem a obrigação de se ater a nenhuma imparcialidade ou objectividade.
Geralmente relacionados com informação, são escritos num espaço com algumas colunas logo nas primeiras páginas, normalmente até tem um formato diferente com o objectivo de marcar que aquele texto é um opinanço puro e duro, falam de considerações pessoais de detalhes.
As linhas seguidas nos editorais, assinalam uma política predeterminada, estabelecendo a forma como vêem o mundo, sem ligações que aprisionam as opiniões.
O importante neste espaço não será o quê, quem ou como foi opinado, mas a expressão das dúvidas, perplexidades, reflexões, dilemas e escolhas de quem opinou, ou seja eu.