17 de junho de 2019

O amor tem formas estranhas

Chamem-me romântica, chamem-me naif, eu acredito em todas as formas de amor, e fico lamechas quando vejo um amor puro, que não espera retribuição, estes amores são tão difíceis de encontrar, que não se desperdiçam, mesmo que a sua forma seja diferente do habitual.

Li hoje no JN que uma cadela, está à porta da prisão à espera do seu dono, seguiu o carro patrulha, e ficou à espera...

Espera à um ano pelo seu dono e liberta amor, no coração de todos os que se cruzam com ela. A Sheila, virou mascote da prisão de Mayo, que fica a 200km de Buenos Aires e ganhou um estatuto tão especial, que pode entrar e sair quando quiser daquele espaço.

Sorte a do seu dono, não só pela companhia extra que pode ter, mas também por ter um amigo tão fiel.




Estive a banhos...

Nesta semana de feriados, dois para os Lisboetas, peguei na família e fui a banhos para o Algarve, apanhei um tempo ameno, com intervalos de ventania e muito calor.

Apanhei sobretudo um tempo formidável de descanso, e companhia da família, marido, miúdos e pais, dias de não-mexer-uma-palha, onde a palavra de ordem e não fazer coisa nenhuma.
Dias de aproveitar os meus filhos, abraçar o marido a todo o instante, e mimar os pais.
Dias que me fazem feliz, e que deixam recordações boas para sempre.

Soube-me pelas horas, e tive vontadinha de chorar quando me vim embora. Era capaz de lá ficar mais umas três semanas sem sentir saudades de outra vida.


A praia simples com sempre,  praia de pescadores e gente sem penugem!

Praia vazia, só nossa, daquelas onde se pode rir bem alto, e abraçar a boa disposição. Onde se contempla o sol, mesmo por detrás das nuvens.
A praia com as melhores bolas de berlim do planeta, daquelas que são tão boas, que mesmo que fossem vendidas noutro lado não saberiam igual.

Destes dias trago sempre uma ponta de nostalgia, uma travessa no coração, de saber que a vida as vezes tem tropeções... rezo, rezo muito e peço a Nossa Senhora que nos conceda a graça de mantermos sempre a nossa família assim, unida, feliz e com saúde.

11 de fevereiro de 2019

E já está o baile armado!

Parece que uma Senhora Professora de Inglês, de uma secundária de Santa Maria da Feira, não soube "perder" para um aluno armado em engraçadinho.

Acredito eu que a Senhora Professora queria testar o vocabulário no seu exercício escrito, mas calhou-lhe na rifa um aluno a dar para o Xico Esperto, que se quis aproveitar um pouco da falha da professora e finta-la à grande.
E fintou! Mesmo à grande! Não há nada que se possa contrapor ao que o aluno reclama!

Acontece porém que o aluno no alto dos seus 16 anos de sabedoria e bom senso, confrontou a professora com o erro e a Sra. não gostou ameaçou o aluno de falta disciplinar e em bom da época digital em que vivemos, o tema inundou o facebook e o baile armou-se num instante.


De um confronto típico de aluno/professor, saltou-se para os jornais e pimbas surgiram manchetes das gostosas:


28 de dezembro de 2018

Ano 2018 em Revista

O ano de 2018, manteve a tradição de todos os seus anteriores, e foi naturalmente, um ano cheio de mudanças e acontecimentos marcantes.

Provou mais uma vez ao mundo, que o que era hoje já não é amanhã e certamente é diferente do que foi ontem.

Muitas são as tradições que perduram nesta curta existência da raça humana, que vamos tomando nota e somando aos livros de história, mas precisamente por essa existência ser tão curta, na quase desconhecida história do senhorio, planeta azul, facilmente constatamos que afinal essas tradições não são nada, são 800 anos de história face aos 4,5 mil milhões de anos de existência da terra?


Posso enumerar, o final da era de Fidel Castro, da tomada de posse do motorista Maduro, e do mau bocado que todos os venezuelanos estão a passar. Podia ainda falar do Iémen, da pior crise humanitária registada pelos meios de comunicação moderna, pela gravidade das acções do rebeldes e dos seus apoiantes políticos escondidos, e das também barbaras acções do governo de Donald Trump aos emigrantes ou do populismos incendiário de Bolsonaro. Sendo que a grande maioria dos temas fulcrais estão ligados à falta de acção de homens e carácter. Grandes governantes, pessoas com responsabilidade, mostram-se fracos de valores.
Ou então posso falar das 12 crianças tailandesas que foram resgatadas, e do seu professor extraordinário; já tinha falado deles, mas posso lembrar a sua história, posso falar dos terríveis os incêndios da Califórnia, que destruíram milhares de hectares e a cidade de Paradise, e da onda de solidariedade construída pelos demais.
São muito menos as noticias positivas, cultivamos pouco o que fazemos bem e de bem. São os exemplos que ajudam a ramificar e esticar as boas acções, as acções que nos tornam mais activos nos acontecimentos anuais.

Que o ano 2019, seja também ele um ano rico, e que se fale mais das noticias boas do que das más.

23 de dezembro de 2018

24 de novembro de 2018

Pinheirinho

Temos por costume, fazer o pinheirinho de natal no feriado de dia 1 de Dezembro! Mas este ano não me aguentei. Quebrei as tradições, e construí com a família, mais uma tarde de alegria em volta do pinheiro de natal.
Fomos felizes. E concordamos com o estudo que diz que as pessoas que fazem as decorações de natal mais cedo são mais felizes!